sábado, 17 de janeiro de 2009

Um história triste


A conhecida história do filho pródigo nos mostra uma pessoa que escolheu o próprio destino. Trazendo para nossa época, poderíamos dizer que ele era um jovem para quem a casa paterna tinha ficado muito apertada. Tinha uma carteira bem recheada que lhe permitia satisfazer qualquer desejo; isso o conduziu a uma vida de licenciosidade.
Quando o dinheiro acabou, não soube o que fazer. As palavras "e ninguém lhe dava nada" falam de solidão e desesperança. Só havia conseguido a ruína de sua alma e de sua vida. O impressionante é que essa história se repete aos milhões hoje.
Certo jornal citou as frases de uma famosa atriz de cinema, Rita Hayworth (1918-1987), que disse: "Quando eu era jovem, eu era uma diva, uma rainha. Agora sou velha e feia, e me jogaram fora como um pedaço de papel amassado." Nesse mesmo artigo, o jornalista acrescenta: "Em outro tempo, ela era a rainha de Hollywood, agora vaga pelo jardim de sua casa, amaldiçoa as árvores e fala com os arbustos como se fossem seres humanos."
Quem acredita que satisfazendo todos os seus desejos obterá tudo o que anseia, ou seja, a satisfação última e mais profunda, se engana completamente. A história do filho pródigo ensina o contrário. Esse jovem só foi verdadeiramente feliz quando voltou para casa.
Para casa? Sim, o ser humano tem realmente a paz e a felicidade quando se volta para seu Criador; pois só temos o perdão e a alegria dos braços do Pai.

Extraído do devocional "Boa Semente"

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